Counter-Strike é um dos jogos mais marcantes da história dos FPS e continua sendo incrível mesmo depois de tantos anos. A sensação de jogar é única: cada partida traz aquele misto de adrenalina, estratégia e trabalho em equipe que poucos jogos conseguem oferecer. O equilíbrio entre habilidade individual e cooperação é o que torna o jogo tão viciante. Não é só sobre mirar bem — é sobre pensar rápido, se comunicar com o time e tomar decisões inteligentes em segundos. Cada round conta, e a tensão até o último segundo é viciante. Outro ponto positivo é a longevidade: mesmo após centenas (ou milhares) de horas, o jogo ainda consegue ser divertido. Sempre há algo novo para aprender, seja em táticas, mapas ou simplesmente em melhorar suas próprias habilidades. Além disso, a comunidade é imensa e ativa, o que garante sempre partidas rápidas e competitivas. E claro, o cenário competitivo é uma atração à parte, servindo como inspiração para qualquer jogador. Counter-Strike é um clássico absoluto, um jogo que consegue ser simples e profundo ao mesmo tempo. Perfeito para quem gosta de desafio, competição e muita emoção. Nota: 10/10 — um verdadeiro ícone dos games.
Por enquanto, o jogo está bem tranquilo. A campanha está decente (ainda não terminei), e o modo multiplayer está muito bom, não chega ao nível de Battlefield 4, mas, considerando os dias de hoje e o desastre que foi o 2042, está muito melhor. A espingarda continua desbalanceada, mas o caos das partidas está excelente (quem reclama que “não dá pra ver nada” deveria ir jogar jogo de fazendinha). O desempenho e a otimização, no entanto, deixam a desejar, principalmente nos mapas maiores. Há uma boa variedade de armas e veículos, o que é um ponto positivo. Quem achou o jogo caro, é simples: é só não comprar e esperar uma promoção. Quanto aos que não conseguem abrir o jogo, há dois caminhos, ou você não sabe mexer direito no PC e precisa resolver com calma, ou esqueceu de configurar algo na BIOS (ou, claro, a EA fez besteira novamente, o que não seria surpresa). A única questão que realmente me incomoda é a inteligência artificial na campanha: extremamente burra, mesmo aumentando a dificuldade. Além disso, o preenchimento de partidas com vários bots atrapalha bastante a experiência, achei simplesmente ridículo. No geral, o jogo está decente, especialmente levando em conta o padrão EA. Tive pouquíssimos problemas de desempenho, apenas alguns ajustes gráficos necessários, porque não adianta querer rodar tudo no ultra e reclamar de estar a 30 FPS, ainda mais em um jogo competitivo. Recomendo comprar agora? Não. Espere uma promoção. Pagar R$ 300 nesse jogo, considerando a situação do Brasil, não vale a pena. Talvez eu volte depois para atualizar esta análise.